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sábado, 14 de dezembro de 2024

"Todos os Santos" Org. Demi

O ano de 2024 foi o ano da Igreja Católica Apostólica Romana em minha vida, nunca antes nesses meus 38 anos de vida eu tinha tido a experiência de frequentar Missas Dominicais e Missas da Graça como tive esse ano. Até mais ou menos 2017 fui uma pessoa evangélica ligada a Assembleia de Deus do Recife como membro e Professora da Escola Dominical, inclusive aqui mesmo tem relatos de minhas atividades em eventos da igreja como a Escola Bíblica de Férias.

Me afastei muito da Assembleia de Deus do Recife por conta da forma como as Igrejas Evangélicas se envolveram com a política. Discordei muito de como se associaram ao Bolsonarismo passando a defender posicionamentos que na minha opinião são completamente opostos aos valores do cristianismo, por isso me afastei. Porém em 2024, de repente, não mas que de repente fui convidada a ir a missa por uma vizinha e pouco a pouco fui voltando a gosta de estar dentro de um templo, ouvindo a leitura da Palavra do Deus no qual acredito, respondendo "Graças a Deus" e "Glória a vós Senhor". Assim, quando vi a "Todos os Santos" sendo vendido em uma feirinha na Livraria Jaqueira não tive duvidas, trouxe para casa.

sábado, 1 de julho de 2023

"Mulher-Maravilha 01/51: Além-Mundos" de Michael W. Conrad e Becky Cloonan


A "Mulher-Maravilha" foi a minha porta de entrada para o mundo dos quadrinhos americanos. Ela é um símbolo muito conhecido de mulher forte. No imaginário coletivo é vista como alguém capaz de enfrentar os homens e vencer. Ainda não superei a frustração de perceber o quanto nem sempre as histórias da Princesa das Amazonas trazem ao leitor essa mulher forte consagrada no imaginário coletivo.

Ainda me sinto frustrada em recordar o quanto detestei a "Mulher-Maravilha dos Novos 52". A arte do Cliff Chiang realmente é espetacular, mas foi dureza acompanhar o Brian Azzarello derrubando o heroísmo da Diana a cada passo, desconstruindo a ideia de irmandade entre as Amazonas e, por derradeiro, dando a uma personagem pacifista em sua origem o título de Deusa da Guerra. Fiquei traumatizada e com o pé atrás diante de toda e qualquer publicação da mais famosa das heroínas. Foi com esse pé atrás que recebi a "Mulher-Maravilha: Além-Mundos" construída pela parceria do Michael W. Conrad com a Becky Cloonan.